28/10/06 01:29
Este blog acaba aquiO
G1 agradece a presença dos convidados, que analisaram o desempenho dos candidatos à presidência da República no último debate deste segundo turno. Estiveram presente os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Álvaro Dias (PSDB-PR), os deputados José Eduardo Cardozo (PT-SP) e Mendes Thame (PSDB-SP), as psicólogas Leila Salomão Tardivo (USP) e Júnia Ferreira (Unifesp) e o estilista Lorenzo Merlino.
28/10/06 01:20
Considerações Finais
Júnia Ferreira (psicóloga da Unifesp) e Leila Salomão Tardivo (psicóloga da USP)As duas psicólogas afirmaram que o formato do debate desta sexta-feira deixou os candidatos mais livres para se expressarem. "Nos outros debates eles estavam muito mais amarrados e estava mais difícil analisar o comportamento deles. Agora ficou mais fácil fazer essa análise", afirmou Leila.
Segundo as convidadas, os políticos foram mais espontâneos e não pareciam ter ensaiado tanto quanto das outras vezes em que se enfrentaram.
Júnia considerou a postura de Alckmin moderada e racional, e a de Lula, emotiva e agressiva. "A linguagem do Alckmin é mais adequada para um debate. No entanto, o jeito do Lula falar atinge mais o público. Esse é seu grande ponto forte", disse Júnia.
28/10/06 01:13
Considerações finais
Álvaro Dias (senador do PSDB):"A oposição tem um grande candidato. Talvez seja uma questão de trocar os marqueteiros do Alckmin pelos do Lula."
28/10/06 01:10
Considerações finais
Álvaro Dias (senador do PSDB):"A partir do primeiro debate do segundo turno, até esse, a oposição descobriu que tem um grande candidato."
28/10/06 01:06
Considerações finais
Álvaro Dias (senador do PSDB):"O presidente Lula demonstrou muito mais irritação. É um contraste com a elegância de Geraldo Alckmin. Até quando critica, Alckmin é elegante. Ele se dirige aos eleitores, que é quem ele tem de convencer, quando critica o presidente Lula."
28/10/06 01:03
Considerações finais
Álvaro Dias (senador do PSDB):"O discurso do presidente Lula agrada à pobreza, mas a ação dele agrada à elite. O governo do presidente Lula foi para a elite, apesar do discurso falar para os pobres."
28/10/06 01:00
Considerações finais
Álvaro Dias (senador do PSDB):"Enfim, o discurso de Geraldo Alckmin é mais adequado para quem vai exercer a Presidência da República. Não há nisso qualquer desrespeito ao presidente Lula, mas é uma diferença essencial. Para mim parece, e é claro que eu sou suspeito, que o discurso e a prática de Geraldo Alckmin andam juntos."
28/10/06 00:50
FHC
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não foi esquecido pelos convidados do
G1, que analisaram nesta sexta-feira o debate entre Lula e Alckmin. O deputado petista José Eduardo Cardozo, por exemplo, aproveitou para desenhar a "sigla" FHC em um papel.
28/10/06 00:40
Considerações finais
Álvaro Dias (senador do PSDB):"Geraldo Alckmin demonstra uma postura que respeita a grandeza da função que pretende exercer. Foi duro e contundente quando precisava ser. Demonstrou autoridade e aptidão para a função. Embora não esteja exercendo a presidência da República, demonstra até mais familiaridade com assuntos da gestão publica. O que é até uma diferença de preparação. A verdade é que Geraldo Alckmin apresenta projetos, mais do que o atual presidente.”
28/10/06 00:38
Considerações finais
Álvaro Dias (senador do PSDB):"Primeiramente, não é fácil inovar em debates e campanhas eleitorais, mas a Globo conseguiu. Proporcionou esse modelo, que certamente prendeu a atenção do telespectador e obrigou os candidatos a uma maior espontaneidade. Pudemos conhecer melhor os candidatos."
28/10/06 00:33
Considerações finais
Antônio Carlos Mendes Thame (deputado federal do PSDB):No que esse debate deixou a desejar? Na questao ética, que ficou em segundo, terceiro plano."
28/10/06 00:30
Considerações Finais
José Eduardo Cardozo (deputado federal do PT)O petista iniciou sua fala de maneira bastante direta: “nenhum de nós aqui dentro desta sala fará uma análise imparcial e eu também não farei”. Cardozo afirmou que o debate inovou bastante em termos de formato, mas acredita que o conteúdo da discussão foi igual aos demais enfrentamentos entre os dois candidatos. “Ambos tentaram falar sobre os pontos fracos de seu adversário”, analisou. Por conta dessa repetição, o deputado não acredita que o debate desta sexta vai mudar a intenção de votos dos eleitores.
28/10/06 00:27
Considerações Finais
Lorenzo Merlino (estilista) “Vamos agora falar da minha alçada, que é mais superficial, mas não é menos importante”, disse o estilista. Merlino afirmou que os dois candidatos estavam bem-vestidos, mas nenhum deles ousou na hora de escolher suas roupas. “Eles foram conservadores, mas isso também é uma questão inerente à posição que ocupam. Parecem que compraram as roupas na mesma loja. Sinto que hoje em dia houve uma pasteurização.”
28/10/06 00:25
Considerações finais
Antônio Carlos Mendes Thame (deputado federal do PSDB):“De todos os debates, esse formato foi surpreendentemente eficiente. No início, eu achava que seria um formato pasteurizado e ele se provou exatamente o contrário. Foi muito dinâmico, além de obrigar os candidatos a responder sem saber o que o outro diria, sem ter o que consultar."
28/10/06 00:23
Considerações finais
Eduardo Suplicy (senador do PT):"No debate de hoje, o presidente Lula não chegou a enfatizar uma vitória de seu governo, que é uma vitória de todos nós, que é o programa Bolsa Família. Nos outros, foi mais enfatizado do que neste. Poderiam ambos ter falado mais sobre isso. O Geraldo Alckmin reconhece isso, tanto que em seus programas tem tido a preocupação de mencionar que vai manter e expandir o Bolsa Família. Eu gostaria que isso tivesse sido mais desenvolvido. Mas isso vai ficar para mais tarde."
28/10/06 00:20
Considerações finais
Eduardo Suplicy (senador do PT):"Houve um grau de respeito muito grande. Acho que isso é importante para o povo brasileiro, afinal um deles vai ser o eleito pelo povo e há uma vontade, de todos nós, de respeitar essa pessoa."
28/10/06 00:20
Considerações finais
Eduardo Suplicy (senador do PT):
"Este debate foi o mais equilibrado de todos os quatro. Acho que o presidente Lula se saiu bem. Acho que não será fácil para Geraldo Alckmin reverter a vantagem do presidente Lula. Mesmo porque não houve um fato de extrema importância para significar uma mudança nesta situação."
28/10/06 00:19
Considerações finais
Eduardo Suplicy (senador do PT):
"Para mim, o grande vencedor foi o povo brasileiro. É preciso recordar que há 20, 30 anos atrás, não tínhamos eleições diretas, nem a oportunidade de acompanhar quatro debates, como neste segundo turno. Eu, que fui um incentivador do presidente para ele ir a todos os debates desde o primeiro turno, fico muito feliz com isso."
28/10/06 00:17
G1
Enquanto o debate transcorria na TV Globo, convidados do
G1 prestavam atenção para depois fazer suas análises sobre a performance dos dois candidatos.
28/10/06 00:02
Eduardo Suplicy (senador do PT) No final do debate, os dois candidatos se cumprimentaram. “Eles também devem ter se cumprimentado antes [da veiculação na TV]”, disse o senador. No início do programa, Suplicy estranhou o fato de eles não terem feito qualquer saudação.
28/10/06 00:01
Fotos
As fotos publicadas no blog são de Paulo Giandália.
27/10/06 23:59
Leila Salomão Tardivo (psicóloga da USP) “Em seu discurso final, o Alckmin mostrou muita segurança, tranquilidade, confiança. Esse tipo de atitude fica mais no nível da razão”, avaliou a psicóloga. “O tom do discurso do Lula pega mais pela emoção. No discurso final, a voz do Lula tremeu um pouco. Ele vai mais para a emoção e isso comove as pessoas.”
27/10/06 23:59
Lula faz suas considerações finaisO candidato também agradece aos eleitores, fala sobre realizações de seu governo e pede o apoio do eleitor para dar continudade a seu projeto.
27/10/06 23:56
Eduardo Suplicy (senador do PT) e José Eduardo Cardozo (deputado federal do PT):Os dois petistas se manifestam abertamente, apontando e balançando afirmativamente a cabeça, enquanto Lula rebate as críticas de Alckmin sobre o dossiê. Mendes Thame e Álvaro Dias observam, sem se manifestar.
27/10/06 23:56
Alckmin faz suas considerações finaisO candidato agradece a boa receptividade dos eleitores, fala da sua trajetória política e diz que espera o apoio da população no domingo.
27/10/06 23:56
Álvaro Dias (senador do PSDB)“Neste debate, ninguém dormiu.”
27/10/06 23:55
Mendes Thame (deputado federal do PSDB)“O formato deste debate permitiu que ele fosse mais dinâmico.”
27/10/06 23:54
Júnia Ferreira (psicóloga da Unifesp):Alckmin se mostra muito irritado ao ouvir as acusações de Lula de que ele se beneficiou mais com o dossiê, segundo ela. “Olhas as narinas, estão se movimentando mais. Isso é sinal de uma emoção forte. Não é ansiedade, é o contrário.”
27/10/06 23:54
Começam as considerações finais
27/10/06 23:54
Leila Salomão Tardivo (psicóloga da USP)“Essa parte final está mais difícil, porque o tema do dossiê pega os dois. Ambos estão mais tensos”, disse.
27/10/06 23:53
Júnia Ferreira (psicóloga da Unifesp):Segundo ela, os dois candidatos estão corretos ao se dirigir mais às câmeras neste último bloco. “Agora eles não estão mais respondendo os eleitores. Antes estava errado. O eleitor perguntava e eles falavam um olhando para o outro.”
27/10/06 23:52
Júnia Ferreira (psicóloga da Unifesp):O hábito de Alckmin de mostrar a língua para umedecer os lábios, para a psicóloga é um sinal de ansiedade. “Ele bebe água e não passa.”
27/10/06 23:51
Lula perguntaO candidato do PT questiona o adversário sobre a questão da segurança pública. Geraldo Alckmin pergunta sobre dinheiro do dossiê.
27/10/06 23:50
José Eduardo Cardozo (deputado federal do PT)O deputado rabisca enquanto assiste ao debate. Até o último bloco foram três folhas com desenhos incompreensíveis para os demais convidados da sala.
27/10/06 23:48
Álvaro Dias (senador do PSDB):Ao responder o deputado José Eduardo Cardozo, o senador ri: “isso não dá para saber, o voto é secreto.”
27/10/06 23:48
José Eduardo Cardozo (deputado federal do PT):Em resposta a um comentário do senador Álvaro Dias, de que a ação do Lula é feita para as elites, o deputado questiona: “se o Lula tem ação para as elites por que todos os banqueiros votam no Alckmin?”
27/10/06 23:48
Alckmin comenta perguntas de eleitoresNeste bloco, os candidatos fazem perguntas entre si. Alckmin fala sobre os questionamentos feitos pelos eleitores. Lula comenta os assuntos abordados nos três primeiros blocos.
27/10/06 23:47
Álvaro Dias (senador do PSDB):“A ação do Lula é para a elite.”
27/10/06 23:47
Álvaro Dias (senador do PSDB):“Quando ele falou do afastamento do FMI, ele indiretamente elogiou o governo anterior. Isso não seria possível sem a estabilidade econômica conseguida pelo governo Fernando Henrique Cardoso.”
27/10/06 23:46
José Eduardo Cardozo (deputado federal do PT)“O Brasil sempre foi governado pela mesma elite. Com a ascensão do Lula houve uma ruptura. É a primeira vez que um socialista governa o País.”
27/10/06 23:45
José Eduardo Cardozo (deputado federal do PT):Comentando a afirmação de Suplicy, Cardozo afirma: “Não há dúvida nenhuma. Isso é um consenso, porque afeta o Congresso, e isso todo mundo quer.”
27/10/06 23:45
Começa o quarto e último bloco
27/10/06 23:45
Eduardo Suplicy (senador do PT)“Se reparar bem, os dois candidatos estão de acordo em um ponto. Ambos mencionaram menos encargos sociais sobre os salários, e mais sobre o valor adicionado ou faturamento”, disse. “Qualquer um que seja eleito presidente, é importante reconhecer que há pontos em comum. Temos de ter bom senso, então, para aprovar projetos que sejam de interesse da nação.”
27/10/06 23:40
Álvaro Dias (senador do PSDB):Comentando a afirmação de Lula, de que o Brasil sempre esteve preso em planos econômicos, o senador afirma: “Quem acabou com os planos foi o FHC.”
27/10/06 23:40
Termina o terceiro bloco
27/10/06 23:40
Mendes Thame (deputado federal do PSDB)Em meio ao debate, o deputado tirou diversos recortes de uma pasta. Páginas de jornal com parágrafos destacados (caneta amarela) e outros tipos de papel com informações sobre o governo fazem parte do “kit debate”.
27/10/06 23:39
Antônio Carlos Mendes Thame (deputado federal do PSDB):“Esse avanço do consumo se deve ao aumento do crédito consignado. É a pior forma de aumentar o consumo, porque aumenta o lucro dos bancos. A renda média do trabalhador caiu nesse período.”
27/10/06 23:37
Lorenzo Merlino (estilista): Ainda sobre botões, o estilista comenta que Lula estaria errado, pelas regras adotadas pela maioria dos estilistas, porque está com todos os botões fechados. “Mas essa regra não faz sentido.”
27/10/06 23:36
Eduardo Suplicy (senador do PT):Em resposta à Mendes Thame, o senador afirma: “o dinheiro não é dele, mas é responsabilidade dele administrar.”
27/10/06 23:35
Eleitor indeciso pergunta sobre legislação trabalhistaUm eleitor indeciso de São Paulo (SP) pergunta sobre legislação trabalhista. Diz que o vizinho recebe 13º salário e tem carteira assinada. Afirma que ele trabalha o mesmo tanto, mas não tem o benefício. Quis saber dos candidatos o que pode ser feito. Quem começa a responder é Lula.